terça-feira, 26 de março de 2019

Nem sei bem que título dar ...

Já ando há algum tempo de vir aqui e voltar a escrever. Sejam histórias que me apetece contar, aventuras que vivencio, loucuras ... enfim uma parafernália de coisas que sei que daqui a uns tempos vou gostar de ler.

Andei numa fase menos boa, como o comum dos mortais, mas que assumo ao dia de hoje que me fez bem. Abanou-me tanto mas tanto que parece que acordei para a vida. Andava num marasmo de sentimentos e comportamentos negativos que não eram saudáveis para ninguém. Nem para mim nem para os que estavam próximos de mim.

E de repente a tristeza deu-me forças para reagir. É aquela sensação de sobrevivência  que nos obriga a fazer qualquer coisa para darmos uma volta de 180o.

Para isso foi também importante uma necessidade enorme de me apaziguar comigo e com a vida. Sentir paz. Deixar de me culpar por tudo e por nada.  Andar à procura incessantemente de razões para tudo! Nem tudo tem que ter uma justificação. Nem tudo tem de ser percebido. Apenas aceitar.

Aceitar aquilo que me acontece, quer seja bom ou menos bom. Aceitar que há coisas que não dependem só de nós. E nessas, pouco ou nada podemos fazer. Apenas aceitar e seguir. E também aceitar sentimentos como a tristeza, a frustração, a raiva ... aceitar sim mas depois é seguir. Não vamos estar sempre a chafurdar na lama!

Com o tempo acabamos por perceber que só em nós e por nós podemos fazer alguma coisa. Ou tudo ou não fazer nada. É uma opção nossa. De cada um de nós. Cada um tem o direito de escolher de que forma quer viver.

Eu escolhi viver bem. Já vivi mais de metade do meu tempo de vida. Não muito, mas já passei dos 40. Se tudo correr bem, só me restam mais 40 anos. E o tempo passa num ápice. Não pára de correr nem é misericordioso.

Então ando a reaprender ou mesmo a aprender (talvez seja mesmo a 1a vez) a fazer tudo por mim. E é uma sensação ótima. De paz e leveza que sabe muito bem.
Não se trata de ter atos egoístas ou passar por cima de tudo e todos para atingir o fim pretendido. Nop! Nada disso!
Trata-se em aceitar com paz interior aquilo que a vida nos dá. Agradecer por tudo o que temos e por tudo o que somos. Fazer as coisas para sermos melhores pessoas e pessoas felizes. Aproveitar tudo o que a vida me oferece, de sorriso na cara e leveza no coração.
E em cada queda, saber levantar-me, saber aceitar e tirar o melhor ensinamento que puder.
Depois é seguir ... seguir de sorriso na cara, uma enorme fé no coração e confiança na vida!
Ela, a vida, sabe o que faz! Acredito cada vez mais!!!!!

domingo, 28 de janeiro de 2018

Pior que falhar nunca ter tentado ...

Há alturas na vida que levamos abanões dos grandes. Parecem tremores de terra ... sendo, acho eu, tremores da alma, tremores de nós mesmos. Isto acontece por variadas razões. Talvez aconteçam nas alturas que menos esperamos .... sou negativamente reativa a isto. Revolta-me. Fico furiosa comigo. Furiosa com o mundo.
Desde dia 31 dezembro que decidi, por mim mesma, ter uma postura diferente na vida. Comecei a investir em coach pessoal, leio livros e livros de auto-ajuda, ouço podcasts inspiracionais e todos os dias tento viver em paz comigo, tento viver com mais fé e esperança. E sobretudo tento acreditar naquilo que acho que mereço.  Isto é um esforço tremendo porque tenho uma cabeça que está habituada a viver e a pensar o contrário à 46 anos. Tenho um coração que está habituado a sentir ai contrário à 46 anos. E isto são opositores de peso. São auto-boicotes tremendos. Cada dia que consigo é uma vitória. Mas no dia que não consegui foi um tremor de terra/alma tremendo. Parece que todas as nossas fraquezas venceram. Parece que todos os nossos maiores receios passaram a ser realidade e levamos um tombo do tamanho do universo. Depois o que se faz? .... a 1a vontade é ceder e desistir. Seria muito mais fácil entregar-me ao meu Eu de sempre, vivenciando os mesmos padrões de sempre, ao invés de tentar ir resgatar aquilo que me predispus a conseguir e alcançar.
Mas o medo do que sempre fui e a vontade enorme de construir outros padrões, a meu favor, onde sei que para ser Feliz e ter aquilo que efetivamente mereço só de mim depende, é suficientemente forte para me levantar e tentar novamente.
A 1a tentativa durou 19 dias. Agora recomeça outra. E que venham todas as quedas que eu precisar para me conseguir ir reconstruindo. Porque pior que falhar é a sensação amarga de nunca ter tentado!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

01 janeiro 2018

Tudo na vida vida é temporário .... temos de desfrutar dos momentos enquanto os temos!

domingo, 31 de dezembro de 2017

Para 2018

despeço-me de 2017 com um pé quase em 2018 onde terei na o meu mantra para todos os dias.
nunca esquecendo as amarguras do ano que está quase a acabar, para não voltar a repeti-las, e valorizando cada conquista conseguida. porque a pouco e pouco se constrói o muito que desejamos.
que nunca me falte a coragem nem a vontade! mas sobretudo que nunca me falte a ....
cá te espero 2018!

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

RIR ... Rir Muito

Em 2018 quero rir muito. quero rir muito de alegria e de felicidade. quero rir muito com as coisas boas e bonitas que a vida me vai dar. Sim porque acredito e tenho a certeza que a vida me vai dar muitas coisas boas e bonitas. quero rir muito com os amigos. com a minha filha. com a família. quero rir muito no trabalho, em cada conquista que tiver. quero rir muito dos disparates que vou fazendo e com os quais vou aprendendo. quero rir muito quando tiver que chorar. quero rir muito quando tiver que me levantar de uma queda. quero rir muito quando estiver triste. quero rir muito com cada desilusão e expectativa perdida. quero rir muito com cada sonho realizado. e com cada sonho perdido.
quero sobretudo rir mais do que chorar. quero rir com vontade. rir com toda a energia e força que tiver. porque acredito que mereço rir nem que seja 5 min de cada dia deste novo ano que aí vem. da minha parte dou à vida aquilo que tenho de melhor: lealdade, amor, amizade pura, bondade, disponibilidade, transparência, empenho, foco, tolerância  .... e obviamente a minha vontade enorme de sorrir, sorrir e rir. em doses desmedidas.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Tão verdade ....

E dá pena, só termos a capacidade de nos aperceber que a vida pode mudar num único seg, quando perdemos realmente alguém e percebemos que possivelmente ficou muita coisa por dizer e por fazer.
E nesse momento nada faz mais sentido ... mas também nada mais se poderá fazer!

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=852692744888854&id=119620088196127&ref=m_notif&notif_t=goodwill_video_yir_seventeen_reminder#

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Somos tão finitos ....

.... que não temos a verdadeira noção do nosso tempo, da importância do que temos e daquilo que perdemos no dia a dia.
Esta é daquelas verdades que não me saíu da cabeça toda esta semana .... talvez por ter conhecimento de algumas mortes ... umas mais mediáticas que outras. Umas por doença e outras repentinamente. O facto é que a morte é aquilo que temos de garantido nesta vida. E acho que todos vivemos enganados, na medida em que damos tudo como garantido ... quando na verdade nada está!
E se todos tivessemos esta noção de finitude, julgo que as nossas vidas poderiam ser bem melhores.  Diferentes sem duvida! Não perderíamos tempo com o supérfluo. Não perderíamos tempo com coisas nem com pessoas que não nos acrescentam nada de positivo na vida. Faríamos escolhas possivelmente mais acertadas e tentaríamos ao máximo ser verdadeiramente felizes! Com certeza arriscaríamos muito mais! Possivelmente trataríamos melhor as nossas pessoas, as pessoas dos outros e mais importante: trararíamo-nos melhor a nós próprios. 
Talvez devessemos agradecer todos os dias por tudo o que temos e por tudo o que somos. Mesmo que isso não corresponda ao que desejaríamos a 100%. Porque hoje temos algo ou alguém que amanhã poderemos não ter. E é aterrador sentir que poderemos cair no grandioso erro de só dar importância a algo ou a alguém quando deixamos de ter ...
Talvez começar a aceitar aquilo que a vida nos dá, da forma mais leve e tranquila que conseguimos, seja das medidas mais importantes que devemos ter, para viver esta vida com paz, serenidade e uma grande sensação de gratificação.  Tão grande, que tenhamos a certeza que, quando chegar a nossa hora, possamos dizer que de alguma forma fomos felizes. Nem que essa felicidade tenha sido feita de momentos. Grandes ou pequenos .... o suficiente para termos sido verdadeiramente felizes!

Meu querido mês ...

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Apenas a 1 mês ...

... do Natal.
Hoje só me apercebi que estava apenas a 1 mês do Natal, ao final da tarde, início da noite, quando vinha para casa, dentro dos meus pensamentos.
O Natal não é propriamente uma altura do ano que Adore. Tenho memórias boas, mas há sempre uma sensação estranha dentro de mim.
Fico inquieta por dentro com este tipo de agitação que se vive nesta altura. Parece que é o dia do Ano em que temos de fazer tudo de bom que não fizemos nos 11 meses e 24 dias anteriores. O dia em que nos lembramos que temos família com a qual só contactamos uma vez no ano: esta! A correria da obrigatoriedade de prendas que são escolhidas à pressão e abertas e esquecidas em segundos.
Sempre imaginei o Natal de uma forma diferente. Talvez como o vivi até aos meus 6 anos.
Hoje fica-me apenas a ideia e a saudade romântica do dia em que, junto das pessoas que mais amamos, sentia ainda alguma magia.
E mais importante que tudo, a imagem que guardo da minha avó (era o meu porto de abrigo, que se foi quando tinha 6 anos) a fazer filhoses. E aquele olhar doce e terno que nunca mais esqueci!
Fazes-me falta avó. Especialmente neste dia ....

sábado, 18 de novembro de 2017

STOP

Há momentos que gostaríamos que fossem eternos. Aqueles que nos apetece colocar em pause e ficar a saborear cada segundo, cada olhar, cada palavra e até cada silêncio ...
Depois existem os locais. Aqueles que ficam no nosso coração, ancorados no tempo, e que nos permitem voltar lá. Só para recordar e sentir tudo só mais uma vez ...

Do fundo da minha alma ...

... e com toda a certeza que é tão simples assim!

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Começo a acreditar que a vida tem o seu tempo para tudo e que tudo aquilo que nos acontece, tem um sentido. Por muito pouco compreensível que seja ...
Há alturas que achamos que, bem ou mal, já esgotámos as "fichas" todas. Que a vida já nos permitiu ter as possibilidades todas, para aproveitar e aprender. Para aprendermos com os nossos erros. Para viver e aproveitar ao máximo, tudo aquilo que ela nos oferece!
Nem sempre conseguimos!
E quando achamos convictamente que desta foi de vez, a vida surpreende-nos com mais uma prenda.
Talvez porque ache que ainda estamos a tempo. Talvez porque tenha destinado para nós aprendizagens e vivências necessárias. Ou talvez porque ache que há coisas que pelas quais não vale a pena desistir ....
E esta irei aproveitá-la ao máximo.
Por mim, por nós e pela oportunidade que a vida insiste em nunca me tirar!

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Viagem

Nestes últimos tempos tenho tentado traçar um caminho que pretendo percorrer até alcançar o meu destino. Nesse caminho, vou ter muitas subidas, muitos ventos a empurrarem-me para trás, algumas dúvidas no sentido que devo percorrer. Acredito que a seguir às subidas, terei sempre ou quase sempre uma descida que me irá dar fôlego e alento para continuar. Acredito que a seguir aos ventos venha a bonança e que entre tantas dúvidas terei algumas certezas. Sei que vou cair e desejo ter a capacidade e coragem para após cada queda me conseguir erguer e continuar.
Sei o que não quero. Como sei o que quero.
Quero resgatar em mim uma série de carácteristicas que me lembro já ter tido e que algumas pessoas, as minhas pessoas, dizem ver em mim.
De todas as características que me lembro ter, a alegria nos olhos, o riso fácil, a disponibilidade constante em dar, e uma vontade imensurável de ser feliz, são aquelas que preciso urgentemente  resgatar. Normalmente e possivelmente centrava-me nos outros para que estas características vivessem. Mas nunca soube que não era nos outros que eu tinha que as ir buscar. Era na única pessoa em quem eu nunca me centrei, me foquei e acreditei. Eu mesma!
Sou eu que tenho de ser a 1a pessoa a amar-me incondicionalmente. A respeitar-me. A respeitar a minha essência, os meus princípios e as minhas características. As boas e as menos boas. Só assim conseguirei ter a paz que tanto preciso e nunca tive, a calma que nunca soube gerir porque tudo  em mim era turbulento, o silêncio que os meus gritos de procura nunca me deixaram ouvir e sim, finalmente a felicidade que tanto desejei. A minha felicidade!
Acredito que vá ser duro. Sei que muitas vezes vou deixar de acreditar. Mas também sei que as minhas verdadeiras pessoas vão estar em cada subida, em cada desiquilibrio e em cada queda que eu der. E só espero ter a capacidade de acreditar em mim, metade do que sei que elas acreditam. 

domingo, 15 de outubro de 2017

A Princesa Azul e a Felicidade Escondida

Li este livro quase de uma ssentada só. É um livro para crianças mas que é de uma utilidade extrema para os adultos.
Li e integrei que o caminho para a Felicidade passa por váras fases, todas elas integradas umas nas outras e todas elas da mesma importância: Cuidar; Gratidão ( eu desde 15 julho que tenho o meu Diário de Gratidão); Respeito; Perdão; Essência/Essencial e Amor, começando pelo Amor Próprio.

Fiquei com 2 trechos que me tocaram especialmente:
" ....O mais importante na vida é abrirmos as janelas ao que de melhor nós temos. Devemos viver cada dia como se fosse o último e agradecermos sempre por ele. Temos de deixar de ser prisioneiros do nosso passado. Temos de nos tornar os maiores responsáveis pelo nosso futuro."

"Ficas a saber que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Não existem vidas perfeitas. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os obstáculos, de todas as dificuldades, frustrações e perdas. É deixarmos de ser vítimas para nos tornarmos autores da nossa própria história."

Que assim seja ❤

Tão verdade.....

O peso das palavras....

"As palavras que nos saem nunca mais voltam atrás. Se imaginássemos o peso que elas têm, pensaríamos várias vezes antes de as verbalizar. A memória que guardamos no coração é maior do que aquela que guardamos na nossa mente.
Trecho do Livro: A Princesa Azul e a Felicidade Escondida

Talvez muitas das tristezas e mágoas que temos, são fruto das palavras amargas e cruéis  que nos foram sendo ditas ao longo da vida. Aquelas que mais nos magoaram e mais dor nos causaram são as memórias que também carregamos connosco.
Se antes de falar pensássemos no impacto que as palavras podem ter na pessoa que vai ouvir, muitas tristezas seriam evitadas.
Aquelas que são ditas com perfeita consciência são apenas  puros atos de maldade ....

domingo, 8 de outubro de 2017

sexta-feira, 6 de outubro de 2017