sábado, 12 de abril de 2014

A ti ...

... que hoje comemoras o teu nascimento, a tua vida e o facto de estares e andares por cá!
 
Eu comemoro o facto de teres nascido e que me permitiu e permite (por enquanto) ter-te comigo ao meu lado, nem que seja por apenas alguns momentos ... momentos esses intensos, verdadeiros e muito nossos. 
 
Felicito-te por aquilo que és, pelos valores que tens, onde a importância da familia me salta à vista. O carinho com que falas na tua familia e a dedicação e preocupação com que a vives, faz-me gostar de ti. Muito. E faz-me desejar fazer parte dela ... mesmo sabendo que ...
 
Profissionalmente és um exemplo de preseverança, de comprometimento, de trabalho e saber ... e sabedoria. Um exemplo de liderança. Tenho tanto orgulho em ti. nos teus projetos e na forma como te "mexes" profissionalmente.
 
Como pessoa, amigo, amante ... tantas coisas teria para dizer. Muitas já sabes. Outras tornam-se dificeis de verbalizar.
 
Sabes o que sinto por ti. Sei-te de cor ... cada traço; cada olhar; cada gesto ... cada pedaço de ti. Exterior e interior ... e desejo-te como nunca desejei ninguém.
 
... Parabéns meu Amor! Sê Feliz!!!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Ser Mulher


... às vezes apenas caímos, porque quisemos saltar alto demais.
 
... às vezes apenas levamos mais tempo a levantar.
 
Nem sempre consigo saber ou definir a Mulher que sou ou a Mulher em que, momentaneamente, me tornei. Ás vezes nem eu conheço a Mulher que acorda dentro de mim e que tarda em deixar-me.
 
Mas sei definir, com toda a certeza, a Mulher que não quero ser. Aquela de quem não gosto e aquela, com certeza, que não faz de todo parte de mim!
 
E esta definição do Pedro Chagas Freitas, é uma boa definição daquilo que não sou e daquilo que não quero nunca vir a ser!

sexta-feira, 28 de março de 2014

Dias cinzentos ...

Adoro os textos que a Rita Leston escreve. Tenho seguido, lido com imensa atenção e confesso que vou selecionando alguns para uma pasta minha. Com a devida autorização e direitos de autor garantidos!
 
Gosto e identifico-me com o que ela escreve. Umas vezes mais do que outras. Até já troquei algumas palavras com a própria, principalmente felicitando-a pelo dom que tem, em transpor para palavras coisas tão profundas como sentimentos. Do mais simples até ao mais complexo.
 
Há dias que são pura coincidência. Leio e aquilo encaixa-se como uma luva. Uns pela positiva, outros nem tanto.
 
Hoje, foi apenas mais um de tantos ... e, achava eu, que até escrevia bem ...
 
Já deixei aqui alguns. Outros fizeram sentido enviar a alguém com quem gosto de partilhar, especialmente as coisas boas e especiais que vamos sentindo e que por vezes achamos que não temos as palavras certas para o demonstrar. Há sempre alguém que as tem ... melhor do que nós!
 
Hoje li este. E tocou-me ... porque realmente há dias em que nos apetece ir resgatar sorrisos e abraços, algures dentro de nós,  ou a alguém que tivesse essa capacidade de, livremente, nos oferecer os mesmos.  Porque sabemos que, em dias como os de hoje, nos confortavam um pouco mais e faziam destes dias, dias menos enublados ....
 
"Há dias que não são propriamente fáceis. Dias em que apetece ter sol que brilha lá fora, dentro de nós. Dias em que nos apetecia pedir emprestado um sorriso. Dias em que apetecia trazer um abraço connosco.

Há dias que não são de sol. Mesmo que o céu azul esteja lá por cima, há nuvens que pairam nas nossas ideias. Cinzentas, que nunca se sabe quando decidem molhar a face de quem as transporta.

Há dias assim. Enublados."

- Rita Leston -
"Está tudo bem?" - Não, não está. Faltas-me tu aqui. Falta-me um pedaço de mim. Faltam-me as linhas por onde vou escrevendo a vida. Falta-me a letra da minha música. Falta-me o cheiro dos dias. Faltam-me as cores do arco-irís que vejo pela janela. Falta que a chuva me molhe e que o sol me consiga aquecer.


 

 

 

 

 

 

 

 


"

terça-feira, 18 de março de 2014

Sabor amargo ...

... que tive este Domingo quando, apesar de estar inscrita, decidi não ir à Meia-Maratona de Lisboa.
 
Quer dizer, decidi na última semana, não propriamente no dia.
 
Lembro-me que a minha 1ª Meia-Maratona realizei-a tinha eu uns 20 anos. Inscrevi-me nos 7Km e lá fui correndo ... quando dei por mim, tinha feito os 21Km ... entre corrida e caminhada, tinha passado a meta. Resultado corri 21Km e fiquei de cama quase em pré-internamento por esforço excessivo!
 
Há uns anos atrás, quando comecei a levar esta história da corrida mais a sério, fui fazendo as corridas. Lembro-me que o ano passado não a fiz porque calhava correr 25Km, integrados no treino para a Maratona de Madrid (aquela que não fiz porque me lesionei, lembram-se?????).
 
Nessa altura lembro-me de estar no meu pico de forma. Andei uns 3-4 fins de semana a fazer meias-maratonas, integradas nos treinos para a tal Maratona. Correr 21Km já se tornava natural ...
 
Este ano, após uma recuperação lenta, comecei a correr mais vezes e a aumentar a kilometragem ... fiz treinos de 10Km, 12Km e 15 Km. Fiz séries e treinos mais curtos. Tenho ido ao ginásio para fortalecer a parte muscular e ter melhor preparação ao nível das pernas, do core e do resto ...
 
Correr 21Km possivelmente corria. O facto de me sentir lenta, cansada e, confesso, desmotivada e sem força anímica (acreditem que isto de se correr 21Km necessita de algum esforço mental, preserverança, método e mais umas coisitas) foram os grandes fatores que me levaram a tomar a decisão. Acrescido com o facto de saber que iria piorar, em muito, o meu tempo aos 21Km ...
 
Depois, no dia, o sabor amargo de desistência; de pouca força de vontade; de pouca preserverança; de pouca capacidade de sacrifício; de alguma cobardia fizeram-me ter tido uma pena tremenda de, mais uma vez, ter tomado uma decisão errada!
 
Aqui fica a imagem do que foi e por onde eu poderia ter estado ...
 
 
 

domingo, 9 de março de 2014

E quando se fala de Amor Incondicional ...

... deve ser, com certeza, este!


... e encheu-me a alma!

Obrigada Bá ... Amo-te!

sexta-feira, 7 de março de 2014

Hoje sinto-me assim ... "pequenina"!

Os momentos que vivemos, de tão bom e intensos que são, sugam-me aquilo que sou, tornando-me "pequenina". "Pequenina" porque levaste contigo o que tenho de mim. "Pequenina" porque quando estamos os dois, dou-te aquilo que sou, o que tenho e o que não tenho de mim.
Dou-te porque quero-te cheio de mim. Quero que me leves, que me transportes contigo, na cabeça, no cheiro, no olhar e no sabor. No toque e sobretudo no coração ... quero-me aí contigo ... nem que para isso fique por aqui a modos que "pequenina". Porque quero-te cheio de mim ...
Foste, levaste-me contigo e deixaste-me aqui com saudades. Um enorme balão de saudades ... do colo, do abraço, do olhar, do silêncio e da palavra, da meiguice e do amor que me dás, em todos os minutos que estamos juntos ...
Hoje, "pequenina" que estou, a dormir numa cama tão grande ... que aumenta desproporcionalmente cada vez que te vejo sair. Vou perder-me nela, em espaço e em sonhos ... em sonhos connosco ou apenas em sonhos contigo. E sei que, qualquer um deles, vai tornar a cama mais pequena, mais cheia e mais quente. E nem que seja aí, sei que estarei a ver-te e a sentir-te!
Depois, vou alimentar-me dos cheiros que ficam, dos pensamentos que crescem e das memórias que criámos e que permanecem, dia após dia  ... e assim vou também "crescendo".
Vou "crescendo", até voltar a ser aquela mulher que estará à tua espera. Estará aqui para ti. Para ti e para tudo aquilo que vem contigo.  À espera de nos perdermos, outra vez, nos braços um do outro e de nos enchermos novamente de ti, de mim e de nós ... 
 

domingo, 2 de março de 2014

Carnaval ...

... não gosto e nunca gostei!
 
Acho que foram raras as vezes em que me mascarei (mesmo em criança).
 
Desde miúda que nunca achei muita graça a estas coisas de andar mascarada. Sempre tive a noção que existe muita gente que anda o ano todo (ou mesmo a vida) mascaracada! A tentar parecer aquilo que não é ... e isso, desde sempre, me revoltou!
 
O máximo que me lembro de achar graça, e sempre numa atitude de miúda reguila, era brincar com estalinhos, perto dos pés dos outros (especialmente das minhas irmãs). Mas digo ... tudo numa vertente de pura reguilice!!!!
 
Depois é ridículo o nosso Carnaval! Tentamos, mais uma vez, ir atrás do que os outros fazem, independentemente das tradições e condições climatéricas existentes. É ridículo vermos carros alegóricos com gajas semi-nuas a rapar um frio do caraças, com um sorriso forçado, como se estivessem num país tropical ... percebe-se perfeitamente que estão termicamente confortáveis!!!!
 
Não gosto ... mas respeito quem goste e desejo que se divirtam ... a valer! Desde que não me chateiem ...
 
 
Claro que, enquanto mãe, já mascarei a minha filha. E nessas alturas, senti alguma alegria, confesso ... Alegria especialmente por perceber o brilho nos olhos e o sorriso na sua cara. Sempre vestiu aquilo que pretendia. Tudo muito à volta de princesas e fadas e afins ... muita cor, asas e alguma magia ...
 
... magia! Acho que apenas as crianças conseguem sentir essa magia quando se mascaram. E isso, confesso, gosto de ver. Até porque acho que nunca senti ... 
 
O ano passado foi o último ano que se mascarou. A responsabilidade foi do pai que a transportou para as raízes do avô paterno...
 
Este ano já não houve máscaras, nem serpentinas nem papelinhos. Não por qualquer tipo de imposição minha. Apenas porque no Colégio já não é permitido (Thank God) e porque, no fundo, acho que já não deve achar muita graça. Não pediu qualquer acessório. Nem fez referência ao carnaval ...
 
Talvez como eu, goste de andar tal e qual como é! Sem qualquer tipo de máscara ...

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Gosto tanto de dar ...

"Mimo é aquela coisa pequenina que nos faz sentir suficientemente grandes para enfrentar as mediocridades do dia a dia. É o carinho inocente, livre de complicações e pronto a servir a quem precisa. É o modo português de dar uma volta à infância. Os homens ficam meninos, as mulheres ficam meninas e as vozes mais grossas e mais graves transformam-se em vozes “tiqui-tiqui” ...e “mini-mini”. O mimo implica fingir ter-se pena de quem não faz pena nenhuma. A pena verdadeira ofende. A pena do mimo defende. O mimo são blandícias que se dão a quem, no fundo, não precisa delas. As pessoas desiludidas não querem o mimo para nada – querem é melhorias, precisam de obras. O mimo não é obra, é quanto muito uma demão. É o repouso do guerreiro. É o cambio de extremos e de branduras entre dois actores que se sentem tão seguros com os seus papeis que os podem trocar sem fazer confusões. O mimo é uma bichinha-gata entre pessoas, encenada em particular."
MEC
 
... mas gosto muito (e preciso tanto) de receber ...
 
 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Dedicatória ...

"À minha Caty, que transborda de emoções, que enche as almas com risos e lágrimas, agregadora de simpatias e paixões, que tem, provavelmente, muito da matriz deste Pai que lhe deixa este simples legado em que se fala de Amor.
Que saibas gerir os teus amores com inteligência.
Amo-te muito, beijinhos,
Pai
3.Janeiro.2014"

Esta foi a dedicatória que o meu Pai me fez, enquadrada num livro de contos seus, que publicou no dia dos seus anos.

Acho que posso dizer, categoricamente, que o meu Pai é a pessoa que melhor me conhece. Primeiro porque é o meu Pai. Segundo, porque, provavelmente, sou bastante parecida com ele. Na forma de sentir; na emoção com que vivo cada momento; na intensidade com que vivo cada paixão; na entrega que dou em tudo aquilo que faço; nas gargalhadas que dou; no sentido de humor que vou tendo; nas reações que tenho ... sou "toda Pai"!
 
Hoje percebo e aceito carinhosamente a "preocupação" que ele colocava em cada ralhete que me dava; em cada castigo que me impunha; em cada conselho que me dizia; em cada olhar que me fazia e, hoje ... nas sábias palavras que me escreve e que me deixa. Porque sei que nestas palavras, existe a preocupação constante de, enquanto Pai, me conseguir proteger. Proteger não dos outros mas provavelmente de mim própria!
 
Obrigada Pai! És a minha referência, o meu orgulho e o Primeiro homem da minha vida!
Amo-te!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Isto é uma declaração de Amor ...


...das mais bonitas que vi! Apenas tardia ...

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Parou Tudo ...

... e ficamos por aqui.
 
Quietos, a sentir cada minuto, a usufruir de cada momento que o tempo nos vai proporcionando.
 
E existem momentos em que eu, se pudesse, pedia gentilmente ao tempo, para parar por ali e me deixasse ficar, quase eternamente, por aqui. Por aqui contigo ...
 
O tempo é ingrato! Leva tempo a chegar, quando queremos que um determinado momento chegue e nos assalte com toda a magia que lhe está associado. Depois de instalado, o tempo corre, como se não houvesse amanhã. E cada hora, que algures atrás nos pareceria infindável, transforma-se em segundos, onde tudo corre tão rápido, que nos tira o fôlego de viver e experenciar cada momento à nossa maneira.
 
O tempo tanto dá como tira. E quando nos tira, porque apenas acabou, vai-nos deixando na alma a saudade e o sabor de um tempo que foi tão bom, tão perfeito, tão intenso que sabemos que, como aquele, não voltará a existir. Esperámos, vivenciámos, sentimos e agora apenas nos lembramos de como foi ...
 
Por isso há momentos onde gostava que o tempo fosse mais prestável, mais generoso e se deixasse ficar ali, em stand-by, de forma a pudermos usufruir de cada segundo que ele nos traz. Vivenciar cada segundo como se estes fossem horas, dias, meses e anos.
 
Porque vivenciamos momentos que, de tão bom e mágicos que são, mereceriam ser vividos num tempo parado, que não corresse e nos deixasse para ali, perdidos num tempo que, ao fim e ao cabo, tinha deixado de correr.
 
Obrigada por neste tempo tão curto, me fazeres sentir coisas tão grandes e maravilhosas. E especialmente por saber que, por muito que o tempo corra e ande para a frente, estes momentos ficarão em mim como se cá dentro, o tempo tivesse realmente parado!
 
Amo-te!
 
 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A preto & branco

É o tipo de fotografia que sempre gostei e que ainda hoje a considero como minha preferida.

Aqui vão as minhas Top 5 (também gosto de ser um pouco egocêntrica - faz-me bem!)






PS: Como diz aquela máxima: Se eu não gostar de mim, quem gostará?

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Black out ...

... é mais ou menos o estado em que ando.
 
N vezes que venho para aqui, para escrever ... chego e depois não sai nada! Não tem sido 1, nem 2 ou 3 vezes. Tem sido recorrente. Diria mesmo sistemático!
 
Normalmente nunca preparo os meus textos. Os textos fluem consoante me vou sentindo, consoante os episódios de vida que vou tendo ou apenas acontecem, porque sinto necessidade de escrever ou falar sobre algum tema em particular. Just that simple ...
 
Normalmente chego aqui e tudo sai. Depois volto a ler, releio e faço uma ou outra alteração. Nada mais. E fica! E é assim que gosto de escrever e de manter os textos: na minha forma espontânea, acabando por espelhar o mais verdadeiro do meu Eu (mesmo que me arrependa, passado uns tempos).
 
É assim que tem funcionando desde 2009.
 
E agora sinto vontade de escrever e não sai nada.
 
Não é que ande "morta", género zombi. Que ando por cá sem nada acontecer. A minha vida é um tumulto. Raro minuto que não aconteça nada...nem que seja interiormente, por um pensamento ou uma sensação. Acontece sempre alguma coisa.
 
Portanto, é continuar a aguardar que este Black Out me passe!!!!
 
 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Manhã deliciosa ...

... posterior a noite que, por momentos, nos fez parar no tempo e no espaço ... e nos transportou para uma outra dimensão onde tudo parece fazer sentido e por onde nos apetece permanecer ... intemporalmente.
 
Momentos que percebemos que foram criados e delicadamente preparados ao pormenor ... que arrasam com qualquer mal entendido ou com qualquer sensação menos feliz que possamos ter. Momentos que são reconciliadores e, sobretudo, que reforçam aquilo que, algumas vezes, podemos achar ou dar como perdido. Momentos que acabam por valer mais do que um milhão de palavras ou de acções ... feitos e vividos com uma intensidade tremenda! Sobretudo porque fazem parte dos nossos, só nossos momentos.

Depois seguem-se as manhãs ... Adoro ter estas manhãs, onde nos sentimos a acordar com o leve toque da mão, com o calor do nosso outro corpo, com um sussurro de palavras ditas com toda a magia e meiguice que uma manhã nos pode proporcionar, com um beijo ainda quente da noite anterior e com um afago que nos faz querer ficar presas àquele momento, por tempo indeterminado.
 
Sensações únicas, que acabam por fazer do nosso adormecer e do nosso acordar, das melhores recordações que levamos da vida!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Ando assim ...

... em modo caladinha, não é?

É o que há ...


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

domingo, 29 de dezembro de 2013

Balanço Final

... e muito gosto eu de chegar a esta altura do ano e fazer um balanço, de todos os 12 meses vividos, dos dias, das horas e dos minutos...do ano que finda!
 
De tudo aquilo que vivi, de tudo que senti, coisas que consegui concretizar, do que consegui  apenas sonhar, de tudo aquilo que, quer pela positiva quer pela negativa, me marcou e, de certa forma, me moldou ao "presente" que tenho hoje.
 
Este ano estou parca em palavras.

Deste ano de 2013, aquilo que aprendi é que a Felicidade em si não existe. Pelo menos de forma contínua no tempo. A vida é feita de momentos felizes. Uns mais que outros. E que isso é aquilo que devemos esperar e pelo qual devemos lutar. Que cada um dos dias que vivemos, nos traga, momentos felizes ... de diferentes formas.

E é exatamente isso que espero de 2014. Que cada dia que eu viva me traga, de alguma forma, um momento de Felicidade. Nem que este seja pequenino ...
 
 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Os 2 lados da coisa ...

... é muito ingrato.
 
Comecei a ter este blog há uns anos, como forma de ir colocando "em papel", aquilo que na altura sentia; pensava; vivenciava; sonhava e desejava ... basicamente o meu blog serve como um local onde consigo armazenar todos os momentos que, para mim, têm alguma importância e que marcam um determinado tempo, um determinado período da minha vida.
 
Nunca tive a intenção de fazer dele um blog público (objetivo conseguido), mas sim um local meu, onde escrevo e despejo tudo aquilo que me apetece e que sinto vontade. Sem filtros; sem pensar em 2ªs interpretações; apenas um lugar onde as coisas fluem sem me preocupar com a ideia dos outros ...
 
Sempre gostei de escrever (ainda guardo os meus diários, desde os meus 13 anos de idade ... sim tenho-os a todos). Sempre me fez bem escrever. A falar não sou assim tão boa. As ideias baralham-se e, confesso, rapidamente me tiram o norte ... e perco-me nos pensamentos e nas ideias e muita coisa fica por dizer. Porque perdem o sentido; porque perco o timing e porque literalmente me trocam as voltas ... 
 
É por esta necessidade tremenda que tenho de verbalizar tudo aquilo que sinto (senão rebento, acreditem), pela necessidade de desabafar; pela necessidade de me organizar e organizar ideias; e simplesmente pela necessidade de ter um pequeno depósito de memórias, que tenho este meu blog. É importante para mim.
 
 
Porém, de vez em quando sou assaltada por autênticos "tiros nos pés", quando aquilo que escrevo, acaba por, tempos mais tarde, não corresponder à minha acção, ao meu comportamento, ao meu agir ... Não é que eu deixe de pensar ou de sentir daquela maneira. De todo que não. Sou o mais honesta possível a escrever. Quem quiser conhecer-me a fundo, basta ler tudo aquilo que escrevo. É o meu espelho. Do bom e do mau. Sou verdadeiramente assim. A minha essência é esta!
 
O problema é que sou, de alguma forma, sonhadora e tenho a proeza de achar que tenho capacidades para além das possíveis. E esforço-me por tê-las e consegui-las...e quando escrevo, acredito plenamente em cada uma das palavras, em cada uma das frases e em cada um dos textos.
 
O problema é que vivo num Mundo real. Que ninguém disse que era fácil e que me mostra, continuamente, que as coisas não são assim tão simples e fáceis e boas. Um Mundo que não se cansa de me mostrar que não basta querer. Que nem tudo aquilo que desejamos é possível. Que nem tudo aquilo em que queremos acreditar é verdadeiro. que nem tudo aquilo que nos dizem é verdade. Que há sempre 2 lados da coisa ... aquele em que queremos acreditar, e aquele que realmente é o que é!
 
E muitas vezes este Mundo real, tão real, que só me apetece chamá-lo de Mundo Cão, atira-me para o chão, consegue roubar-me todas as forças que tenho, toda a esperança e sonho que me caracteriza e me obriga a olhar para o que escrevi e perceber o quão enganada estava ... basicamente mostra-me que não fui capaz e que falhei redondamente!
 
E, no meio destas tormentas todas, só me apetece andar para trás no tempo e no blog, e apagar cada texto, cada memória que aqui depositei e que, na altura, me soavam tão bem e me davam uma esperança enorme ...
 
Por enquanto vou optar por mantê-las aqui. Tenho a esperança que, daqui a uns anos, eu consiga olhar para todos estes momentos e sentir que, de alguma forma, me ensinaram alguma coisa. Com ou sem sentido, contribuíram para me tornar em alguém que ainda não sei quem vai ser.
 
Neste momento, apenas espelham a pessoa que realmente sou. Quer eu goste ou não ...
 
 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

"Por te falar eu te assustarei e te perderei? Mas se eu não falar eu me perderei, e por me perder eu te perderia."

Clarice Lispector

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Foste fantástica ... Obrigada!

Não sei como agradecer a esta mulher, a esta fotógrafa que há tão pouco conheci mas que conseguiu, em poucas horas, transportar-me a outra dimensão do meu ser.
 
Numa altura da minha vida onde a tristeza pesa e teima em não me deixar; onde o cansaço me vai derrotando minuto a minuto e onde há poucas coisas que me fazem sorrir e me colocar lá em cima, esta MULHER (que é assim que é, pela grandeza que tem), conseguiu ir buscar em mim, olhares, gargalhadas, ternura e sorrisos que nem eu sabia que os tinha ...
 
Numa altura em que ando a questionar muita coisa da minha vida; em que me vejo a ter de tomar decisões; a ter de escolher caminhos; onde a capacidade de ter momentos mágicos é pequena, a Paula Bollinger conseguiu levar-me para além da realidade do dia-a-dia e captar, de alguma forma, a minha essência.
 
Essência de pessoa que sente intensamente; que ama com paixão; essência de mulher que deseja e luta até para além dos seus limites; de mãe que cria e educa e mima, e sobretudo que, quando olha para estas fotos, até consegue acreditar que É Grande e Especial!
 
Há coisas que não se agradecem. E eu não tenho mais como agradecer, por estes momentos tão bem passados. Por me fazeres sonhar e acreditar ... nem que seja só por pequenos momentos!
 


 
 
 
 
 

 Por isso Paula Bollinger, tudo aquilo que desejo para mim, te desejo em DOBRO!